sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A inflação no tempo.

Muitos dizem que o capitalismo está fadado ao fracasso. Pode se fazer algumas coisas contra a inflação, mas não o suficiente para que o capital não se desvalorize. Com isso as pessoas mais cultas buscam manter o valor do seu dinheiro no tempo, investindo em mercados de valores mobiliários ou fixos, muitos vão a traz de Tesouro direto, outros de poupança, outros de CDB, e outros do mais arriscado como o mercado de ações, mas poucos diversificam seus investimentos, e esse pouco tem com certeza garantido que a inflação não irá "comer" o seu dinheiro.
A parcela que se arrisca em ações, muitas delas perdem dinheiro, e com isso começam a pensar no longo prazo, sem prestar, ou até mesmo, nem olhar para os gráficos, e determinar bons pontos de entrada, ou sem fazer um balanço comercial da empresa, e novamente perdem nesse mercado. Um mercado arriscado como esse não se deve entrar sem muito estudo.
Para mim, a melhor alternativa de investimento é o Tesouro Direto, onde investimos em dividas do governo, muitas pessoas realizam seus sonhos investindo em Tesouro Direto, mas se quiser multiplicar seu dinheiro mais rápido, deve-se investir em ações com bom estudo.

É isso que eu penso sobre economia, é isso que eu acho sobre investimentos.

Investidor não está satisfeito com seu desempenho em 2010

SÃO PAULO – Que nota você dá para o seu desempenho enquanto investidor em 2010? A pergunta foi respondida por 2.206 usuários do portal InfoMoney, e a maior parte deles (22,44%) atribuiu a nota 0 (zero) ao próprio desempenho em 2010.
De acordo com a avaliação, apenas 4,58% dos entrevistados atribuíram nota 10 ao desempenho como investidor ao longo do ano passado. Na média, a nota dada pelos investidores foi de 4,07 para a performance no ano.
Outros números
Mais de 16% dos investidores classificaram a atuação como mediana, atribuindo nota 5 à pergunta, enquanto que 13% deram nota 4, e 10,79%, nota 6, como mostra a tabela abaixo:
Que nota você dá para o seu desempenho enquanto investidor em 2010?
NotaVotos
022,44%
12,99%
27,66%
34,94%
413,06%
516,73%
610,79%
79,16%
85,76%
91,90%
104,58%
Nota média*4,07
Analistas também erraram
O principal motivo para classificar o próprio desempenho como ruim (nota zero) tem a ver, claro, com os ganhos – neste caso, perdas - obtidos em aplicações ao longo do ano. Em um ano em que a renda variável não esteve bem e que o papel de melhor investimento do período ficou com o ouro – ainda não muito difundido, principalmente entre os pequenos investidores -, cabe analisar o que foi feito de errado.
No entanto, não foi só o investidor que errou. Sem projeções esdrúxulas como em 2009, sem previsões de que a bolsa quebraria ou que chegaria a 200 mil pontos, 2010 teve dois erros importantes nos cenários de referência de grande parte dos analistas: expectativas muito baixas em relação à economia e muito altas em relação à bolsa.
Principais erros
Os investidores experientes já sabem, mas os iniciantes podem fazer a experiência um aprendizado: as projeções dos analistas não devem ser tratadas como previsões do futuro.
Além disso, outros erros comuns podem ser evitados, principalmente por quem está começando a investir:
Erro 1: comprar na alta e vender na baixa
É preciso ter consciência de que é nos momentos de alta que a Bolsa ganha destaque, aparecendo como uma alternativa vantajosa de investimentos. No entanto, quem já compra caro pode correr riscos maiores de não atingir seus objetivos de rentabilidade.
Erro 2: razão x emoção
Investir em bolsa implica ter sangue frio suficiente para ver o preço de suas ações cair e não tomar nenhuma atitude impensada. Momentos de correção são comuns no curto prazo. Por mais difícil que pareça, evite se guiar apenas pela emoção.
Erro 3: rentabilidade passada não garante ganho futuro
O investimento em renda variável, como o nome indica, é sujeito a altos e baixos e, portanto, não se pode tentar prever o futuro da Bolsa olhando para os últimos meses. Assim, não importa se uma empresa teve um desempenho brilhante no passado: o desempenho de seus papéis daqui para frente irá depender de como ela irá crescer e dos resultados que apresentará.
Erro 4: falta de diversificação
Diversificar seus investimentos, ou seja, evitar colocar todos os ovos na mesma cesta, é um dos conceitos básicos de quem investe. Assim, evite concentrar suas aplicações e minimize seus riscos.
Fonte: Infomoney

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

pesticidas matam abelhas


Estudo do Laboratório de Pesquisa sobre Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica que o desaparecimento do inseto está associado a pesticidas. O trabalho, divulgado pelo jornal britânico Independent , informa que a morte das abelhas contribui para a fome no planeta. Oitenta por cento da produção de alimentos depende do “trabalho” de polinização executado por elas e por outros insetos.

Mesmo em volume muito baixo, inseticidas, especialmente os neonicotinoides (como o imidacloprida), que imitam propriedades da nicotina, matam abelhas, segundo o trabalho. O laboratório Bayer garante que eles são seguros para abelhas, se aplicados corretamente.

A pesquisa informa que os neocotinoides contaminam as plantas e o néctar e o pólen usados pelos polinizadores. Segundo os cientistas, o veneno ataca o sistema nervoso dos insetos e as colmeias entram em colapso.

Segundo o professor do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Unesp Osmar Malaspina, a pulverização aérea, principalmente em plantações de laranja, é uma ameaça a abelhas. Pesquisa realizada por ele de 2008 a 2010 em 10 mil colmeias de abelhas africanizadas mortas por pesticidas na região de Rio Claro, em São Paulo, encontrou sinais de neonicotinoides em 800 a mil colmeias.

Nos Estados Unidos, a destruição de colmeias por pesticidas chegou a 23% de todas as criações entre 2006 e 2007. O estudo A Saúde das Abelhas Melíferas no âmbito dos países da União Europeia reforça a preocupação como desparecimento do inseto. A média anual de baixas nas colmeias chegou a 30%, quando a mortalidade natural é de 10%. O uso dos pesticidas seria o motivo.

Tarifas de ônibus pesam e prévia da inflação oficial acelera

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,76% em janeiro, resultado superior ao de dezembro (0,69%), segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador é uma prévia do índice utilizado nas metas de inflação do governo brasileiro. Nos últimos 12 meses, o IPCA-15 acumulou alta de 6,04%.

A aceleração do índice em janeiro se deve a itens importantes no orçamento das famílias, como as tarifas de ônibus urbanos, que tiveram variação de 1,77% no período. O resultado refletiu os aumentos de 3,48% nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte e Salvador, 3,33% em São Paulo, e 1,74% no Recife. Segundo o IBGE, as tarifas dos ônibus intermunicipais e interestaduais subiram 1,30% e 1,34%, respectivamente.

Além dos ônibus, o etanol apresentou aumento de 4,31% em seus preços, levando a gasolina a ficar 0,55% mais cara em janeiro. Assim, o grupo transporte passou de 0,17% para 0,89%.

O grupo habitação também acelerou na última medição, de 0,51% para 0,60%. O aumento é resultado da alta nos aluguéis (de 0,73% para 1,23%) e condomínio (de 1,04% para 1,28%), assim como os artigos de residência (de -0,34% para 0,58%). Desta forma, os produtos não alimentícios registraram variação de 0,62% em janeiro, bem superior à taxa de dezembro (0,34%).

O grupo alimentação e bebidas teve desaceleração, passando de 1,84% em dezembro para 1,21% em janeiro. No período pesquisado, alguns alimentos apresentaram taxas de crescimento menos intensas ou em queda. O item carnes passou de 1,08% para 0,11%, açúcar cristal (de 4,12% para 2,07%), açúcar refinado (de 8,24% para 3,04%), feijão carioca (de -12,72% para -16,98%), feijão preto (de -0,46% para -3,53%) e batata-inglesa (de -3,62% para -2,53%).

Na outra ponta do grupo de alimentação ficaram os itens com aumentos expressivos, como o tomate (de -6,19% para 23,47%), a cebola (de -3,15% para 5,55%), a cenoura (de 0,20% para 25,09%), as hortaliças e verduras (de -1,43% para 8,57%) e as frutas (de -1,16% para 3,93%).