segunda-feira, 30 de maio de 2011
Preço do Alcool cai !
domingo, 1 de maio de 2011
Mercado de locação pela internet avança no Brasil
Uma gigante que não para de crescer
quarta-feira, 6 de abril de 2011
gasolina ou etanol?
sábado, 19 de março de 2011
Cota para mulheres traz diversidade, mas não reconhece o talento
quinta-feira, 10 de março de 2011
Lições para alcançar a inovação disruptiva
Competir através de Inovação Disruptiva é o nome do jogo no momento em que os clientes estão reavaliando suas antigas concepções de custo e valor. Historicamente, os vencedores que surgem de uma recessão são as empresas que mudam o jogo, e não as que suspendem a inovação. Proteger um negócio somente através de corte dos custos não é suficiente para impedir que empresas inovadoras atraiam clientes através de novas ofertas que criam maior valor. Na verdade, até as pequenas empresas, quando oferecerem a seus clientes mais inovações pelo mesmo preço, podem inclinar o campo a seu favor, independentemente do tamanho dos seus concorrentes.
Agora é o momento para as empresas líderes desafiarem a sua equipe gerencial com duas perguntas: Será que estamos preparados para romper os paradigmas da nossa indústria antes que os nossos concorrentes o façam? Será que a nossa organização sabe como incentivar, gerenciar e sustentar a inovação disruptiva?
A minha experiência sugere que a maioria das empresas não vai ficar muito feliz com suas respostas a estas perguntas. No entanto, se você seguir as melhores práticas de inovadores bem-sucedidos, você poderá orientar as sua empresa para o crescimento e evitar tornar-se uma das vítimas de inúmeras empresas que sofrem da “inércia de inovação”.
Se você fizer uma availação das inovações disruptivas nas últimas décadas você descobrirá que a chave do sucesso para a inovação é impulsionada principalmente por três capacidades críticas:
1. A capacidade de antecipar e agir sobre descontinuidades do mercado e sobre as necessidades não atendidas, com um foco especial no modelo de negócios.
As empresas que procuram alcançar a inovação disruptiva devem se perguntar: "Que medidas pró-ativas devem ser tomadas para antecipar, abordar, e até mesmo conduzir uma mudança radical em produtos, serviços ou modelo de negócios?".
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quando parar e quando começar investimentos
| Carteira por perfil de investidor |
|---|
| Conservador: 70% de produtos conservadores; 15% em previdência privada com renda fixa; e 15% em produtos diferentes, que pode ser um fundo de capital protegido (fundo de ação com barreira de queda e de alta). |
Moderado: 50% de produtos conservadores; 15% na previdência privada, com 20% em renda variável; 25% em produtos diferenciados, que podem ser fundos de capital protegido ou multimercados; e 10% em ações, fundos de ações ou compradas em corretoras. |
| Arrojado: 40% de produtos conservadores; 15% em previdência privada, pode ser até 49% em renda variável; 25% em produtos diferenciados; e 20% em ações. |
| Fonte: Edson Franco |
- Reserva de emergência ou oportunidades em ativos de liquidez;
- Parcela para especulação ou proveitos de curto prazo. “Nesta, as amarguras e tristezas podem ser muito intensas”;
- Parcela para investimentos de médio e longo prazos, conforme objetivos da família (lazer, imóveis, estudo, negócio próprio);
- Reservas para a aposentadoria, em planos de previdência, títulos públicos e ações ou fundos de ações.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A inflação no tempo.
A parcela que se arrisca em ações, muitas delas perdem dinheiro, e com isso começam a pensar no longo prazo, sem prestar, ou até mesmo, nem olhar para os gráficos, e determinar bons pontos de entrada, ou sem fazer um balanço comercial da empresa, e novamente perdem nesse mercado. Um mercado arriscado como esse não se deve entrar sem muito estudo.
Para mim, a melhor alternativa de investimento é o Tesouro Direto, onde investimos em dividas do governo, muitas pessoas realizam seus sonhos investindo em Tesouro Direto, mas se quiser multiplicar seu dinheiro mais rápido, deve-se investir em ações com bom estudo.
É isso que eu penso sobre economia, é isso que eu acho sobre investimentos.
Investidor não está satisfeito com seu desempenho em 2010
Mais de 16% dos investidores classificaram a atuação como mediana, atribuindo nota 5 à pergunta, enquanto que 13% deram nota 4, e 10,79%, nota 6, como mostra a tabela abaixo:
| Que nota você dá para o seu desempenho enquanto investidor em 2010? | |
|---|---|
| Nota | Votos |
| 0 | 22,44% |
| 1 | 2,99% |
| 2 | 7,66% |
| 3 | 4,94% |
| 4 | 13,06% |
| 5 | 16,73% |
| 6 | 10,79% |
| 7 | 9,16% |
| 8 | 5,76% |
| 9 | 1,90% |
| 10 | 4,58% |
| Nota média* | 4,07 |
| *média ponderada O resultado desta avaliação não tem valor de amostragem científica | |
O principal motivo para classificar o próprio desempenho como ruim (nota zero) tem a ver, claro, com os ganhos – neste caso, perdas - obtidos em aplicações ao longo do ano. Em um ano em que a renda variável não esteve bem e que o papel de melhor investimento do período ficou com o ouro – ainda não muito difundido, principalmente entre os pequenos investidores -, cabe analisar o que foi feito de errado.
Os investidores experientes já sabem, mas os iniciantes podem fazer a experiência um aprendizado: as projeções dos analistas não devem ser tratadas como previsões do futuro.
É preciso ter consciência de que é nos momentos de alta que a Bolsa ganha destaque, aparecendo como uma alternativa vantajosa de investimentos. No entanto, quem já compra caro pode correr riscos maiores de não atingir seus objetivos de rentabilidade.
Investir em bolsa implica ter sangue frio suficiente para ver o preço de suas ações cair e não tomar nenhuma atitude impensada. Momentos de correção são comuns no curto prazo. Por mais difícil que pareça, evite se guiar apenas pela emoção.
O investimento em renda variável, como o nome indica, é sujeito a altos e baixos e, portanto, não se pode tentar prever o futuro da Bolsa olhando para os últimos meses. Assim, não importa se uma empresa teve um desempenho brilhante no passado: o desempenho de seus papéis daqui para frente irá depender de como ela irá crescer e dos resultados que apresentará.
Diversificar seus investimentos, ou seja, evitar colocar todos os ovos na mesma cesta, é um dos conceitos básicos de quem investe. Assim, evite concentrar suas aplicações e minimize seus riscos.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
pesticidas matam abelhas
Estudo do Laboratório de Pesquisa sobre Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica que o desaparecimento do inseto está associado a pesticidas. O trabalho, divulgado pelo jornal britânico Independent , informa que a morte das abelhas contribui para a fome no planeta. Oitenta por cento da produção de alimentos depende do “trabalho” de polinização executado por elas e por outros insetos.
Mesmo em volume muito baixo, inseticidas, especialmente os neonicotinoides (como o imidacloprida), que imitam propriedades da nicotina, matam abelhas, segundo o trabalho. O laboratório Bayer garante que eles são seguros para abelhas, se aplicados corretamente.
A pesquisa informa que os neocotinoides contaminam as plantas e o néctar e o pólen usados pelos polinizadores. Segundo os cientistas, o veneno ataca o sistema nervoso dos insetos e as colmeias entram em colapso.
Segundo o professor do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Unesp Osmar Malaspina, a pulverização aérea, principalmente em plantações de laranja, é uma ameaça a abelhas. Pesquisa realizada por ele de 2008 a 2010 em 10 mil colmeias de abelhas africanizadas mortas por pesticidas na região de Rio Claro, em São Paulo, encontrou sinais de neonicotinoides em 800 a mil colmeias.
Nos Estados Unidos, a destruição de colmeias por pesticidas chegou a 23% de todas as criações entre 2006 e 2007. O estudo A Saúde das Abelhas Melíferas no âmbito dos países da União Europeia reforça a preocupação como desparecimento do inseto. A média anual de baixas nas colmeias chegou a 30%, quando a mortalidade natural é de 10%. O uso dos pesticidas seria o motivo.