segunda-feira, 30 de maio de 2011

Preço do Alcool cai !

Os preços dos combustíveis registraram nova queda na quarta semana de maio, na média nacional, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).
O preço médio da gasolina, que tem 25% de etanol anidro em sua composição, é de R$ 2,813 por litro entre 22 e 28 de maio, recuo de 1,68% em relação à semana anterior. No acumulado das últimas três semanas a queda é de 3,47%.
O etanol ficou, em média, R$ 1,981 por litro, recuo de 1,28% na semana. A redução acumulada das últimas três semanas chega a 14,05% nesse combustível.
Na cidade de São Paulo, o etanol registrou queda de 4% na última semana, enquanto a gasolina caiu 0,94%.
Em Brasília, o preço do etanol caiu 6,69% e o da gasolina recuou 0,54% na mesma base de comparação.
No Rio, houve queda de 4,70% no caso do etanol e de 1,24% para a gasolina.
Na avaliação da ANP, a tendência é de que os combustíveis continuem a registrar preços menores nas próximas semanas.
(Com Valor Online)

domingo, 1 de maio de 2011

Mercado de locação pela internet avança no Brasil

Após a empolgação com a onda do Blu-Ray, Carlos Augusto - diretor da rede 100% Vídeo – se viu em uma encruzilhada. Com 86 locadoras e dificuldades no mercado, o faturamento de R$ 32 milhões conquitado pela rede em 2009 se estagnou no ano seguinte e provocou o fechamento de 14 lojas. Para aumentar os lucros, todas as locadoras da rede investiram em conveniência, que já é responsável por quase 40% da receita. Mas, para voltar a crescer, o plano é  investir no mercado de locação online a partir de junho. "Esperamos crescer 8% este ano”, diz o empresário.
Para buscar um diferencial no mercado, a rede vai oferecer aos clientes a locação por pendrive. Além das modalidades já conhecidas como streaming (em que é possível assistir sem demora o filme na internet) e download (vídeo acessível pela quantidade de horas contratadas), a 100% Vídeo colocará à disposição entre 5 mil e 8 mil títulos diferentes para serem locados com o pendrive. Para o novo tipo de aluguel, serão instalados terminais em lojas de shoppings e supermercados – com uma perspectiva inicial de investimento de aproximadamente R$ 2,9 milhões.
Até o final de 2011, segundo Augusto, está prevista a instalação de 100 pontos de “locadoras móveis” e nos próximos cinco anos, mais de 20 mil unidades estarão em funcionamento no País. Com grande expectativa para o novo empreendimento, o diretor não acredita que as novas plataformas ameacem às lojas físicas. “Cada modelo de aluguel tem públicos distintos. Os clientes de 35 a 60 anos preferem ir às locadoras, já os mais jovens gostam da tecnologia e de suas facilidades”, afirma.
Foto: Guilherme Lara Campos/ FotoarenaAmpliar
Aluguel de filmes em lojas pode ser reduzido ainda mais com vantagens da internet

Para Luciano Tadeu Damiani, presidente do Sindicato das Videolocadoras do Estado de São Paulo, o mercado de locação autorizada na internet é mais um concorrente para as locadoras físicas, mas ainda não representa grande ameaça. “O cliente que desejar um atendimento mais especializado procurará as lojas. Além disso, a banda larga brasileira ainda não é muito acessível e isso deve atrapalhar o novo segmento – que em 2010 não alcançou 2% do mercado”, afirma.

Uma gigante que não para de crescer

Presente no mercado de locação pela internet desde 2006, a Netmovies é uma das maiores no segmento. Preços baixos nos planos de assinatura – que variam de R$ 9,99 a R$ 87,90 - e comodidade no aluguel tornam o modelo de negócios muito atrativo.
Com acervo variado, a Netmovies - parceira do iGno serviço de locação - possui 23 mil filmes em DVD, 4 mil títulos disponíveis para a locação online e 1500 em Blu-Ray.“O modelo que adotamos tem vantagens que atraem clientes de todas as idades e renda. Já estamos presentes em 11 estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste. A boa adesão faz com que o faturamento dobre a cada ano”, afirma Daniel Topel, CEO da empresa.
As facilidades para alugar filmes na internet têm chamado a atenção principalmente de jovens como Mariana Angelo Licori, estudante e cliente fiel deste modelo de locação. Foi por meio de uma promoção em um site de compra coletiva que a estudante entrou no mundo da locação online. “O catálogo de filmes na internet é grande, você monta uma lista de preferências e eles mandam o filme conforme a disponibilidade”, diz. “Gosto de ir à locadora, mas nunca tenho tempo e mesmo quando consigo não tem o que procuro. Além disso, o preço nas locadoras não compensa mais”.

    quarta-feira, 6 de abril de 2011

    gasolina ou etanol?

    Os preços do etanol perderam a competitividade sobre a gasolina em todos os Estados brasileiros, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), compilados pela Agência Estado, referentes à semana terminada em 2 de abril. Nos 26 Estados e no Distrito Federal, o consumidor que abastece o veículo com gasolina leva vantagem.
    Em São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, a gasolina aumentou sua competitividade na semana em relação ao etanol. O preço médio da gasolina no Estado está em R$ 2,628 por litro, o que torna o etanol hidratado competitivo na região até R$ 1,8396. Na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 2,197 por litro, 19,32% acima do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol.
    A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os Estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70,00% e 70,50%, é considerada indiferente a utilização de etanol ou de gasolina no tanque de combustível.
    Segundo o levantamento, em São Paulo, o preço do etanol está em 83,60% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 79,28% e em Mato Grosso, de 70,54%. A gasolina está mais vantajosa principalmente no Rio Grande do Sul (preço do etanol é 99,25% do valor da gasolina) e no Distrito Federal (+98,58%).

    sábado, 19 de março de 2011

    Cota para mulheres traz diversidade, mas não reconhece o talento

    A cada ano a sociedade tem mais motivos para comemorar o oito de março, Dia Internacional da Mulher. Essa não é uma visão otimista, mas, sim, realista. Basta tomar como exemplo o cargo mais alto que pode ser alcançado no País, a Presidência da República. Pela primeira vez na história do Brasil, uma mulher está no comando de 190 milhões de pessoas.
    A chegada de uma mulher à Presidência poderá ressuscitar a Proposta de Emenda Constitucional 196/07, em tramitação no Congresso, que reserva uma cota mínima de 30% dos cargos em comissão na administração pública, bem como outros projetos do gênero que hibernam em Assembléias Legislativas.
    Não há pioneirismo nessas iniciativas, já que outros países, como Noruega, França e Espanha, já aprovaram leis que obrigam as empresas, estatais e privadas, a destinar até 50% das posições de diretoria a mulheres. Mas seria uma solução?
    Mesmo sem cotas, cada vez mais as mulheres estão ocupando postos de gestão nas empresas privada e na administração pública. Cerca de 37% das posições de chefia em empresas estão nas mãos delas, segundo estudo da USP – Universidade de São Paulo em 2009. O Brasil avança, mas ainda há discriminação contra a mulher no mercado de trabalho.
    A imposição de cotas é altamente polêmica, pois, se favorece a diversidade, valor que a sociedade passou a cultivar e defender, não reconhece o mérito, principal critério valorizado pelas empresas na hora de contratar ou promover. No ambiente corporativo, a exigência de cotas pode comprometer a qualidade da gestão e a eficiência.
    O que de fato pode fazer a diferença é dar oportunidades iguais a todos, com políticas de gestão eficientes, desde a contratação do estagiário e do trainee, até o momento das promoções. Hoje, a proporção de mulheres capacitadas a ingressar e progredir no mercado de trabalho é próxima à de homens.
    Segundo dados do Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, entre as 826.928 pessoas que concluíram o ensino superior em instituições brasileiras em 2009, 59% (ou 485.961) eram do sexo feminino. Ou seja, o número de mulheres formadas supera o dos homens em 144.944. Nos cursos de MBA, metade das cadeiras foi ocupada por mulheres em 2010, segundo informações da FGV – Fundação Getúlio Vargas.
    A oferta de profissionais com talento necessário para cargos de chefia será cada vez mais equilibrada, pois as mulheres já têm oportunidades de estudo e formação equiparadas às dos seus pares masculinos – coisa que não acontecia décadas atrás. Portanto, as companhias não poderão privilegiar o gênero em detrimento da capacidade, na medida em que correm o risco de selecionar perfis equivocados para suas posições de liderança, e o equilíbrio será alcançado naturalmente.
    Para buscar o equilíbrio, as empresas devem promover uma revisão da maneira de se avaliar e selecionar as pessoas, sem idéias preconcebidas e sem se deixar influenciar pelos estereótipos (“mulher é assim, homem é assim”). Muitas vezes, a avaliação e a seleção são tendenciosas, porque quem avalia está contaminado pelo preconceito, por sua maneira peculiar de ver o mundo, as relações entre homens e mulheres, por exemplo. É o caso do executivo que prefere contratar homem porque acha que a maternidade pode afetar a produtividade da mulher ou limita sua capacidade de trabalho.
    Patrícia Epperlein é sócia diretora-geral da Mariaca, uma das líderes em gestão de capital humano do País, e CEO da InterSearch Worldwide, associação que reúne grandes empresas de recrutamento de executivos do mundo inteiro.

    quinta-feira, 10 de março de 2011

    Lições para alcançar a inovação disruptiva

    Em muitos mercados, a situação econômica atual favorece a inovação disruptiva através do lançamento de produtos ou serviços que oferecem uma nova combinação de recursos com um menor preço. Por exemplo, em vez de desembolsar US$ 2.500 por um laptop de alto desempenho, muitos consumidores e empresas estão adquirindo um iPad por US$ 400 que não possui muitos dos recursos oferecidos nos laptops. 

    Competir através de Inovação Disruptiva é o nome do jogo no momento em que os clientes estão reavaliando suas antigas concepções de custo e valor. Historicamente, os vencedores que surgem de uma recessão são as empresas que mudam o jogo, e não as que suspendem a inovação. Proteger um negócio somente através de corte dos custos não é suficiente para impedir que empresas inovadoras atraiam clientes através de novas ofertas que criam maior valor. Na verdade, até as pequenas empresas, quando oferecerem a seus clientes mais inovações pelo mesmo preço, podem inclinar o campo a seu favor, independentemente do tamanho dos seus concorrentes. 

    Agora é o momento para as empresas líderes desafiarem a sua equipe gerencial com duas perguntas: Será que estamos preparados para romper os paradigmas da nossa indústria antes que os nossos concorrentes o façam? Será que a nossa organização sabe como incentivar, gerenciar e sustentar a inovação disruptiva? 

    A minha experiência sugere que a maioria das empresas não vai ficar muito feliz com suas respostas a estas perguntas. No entanto, se você seguir as melhores práticas de inovadores bem-sucedidos, você poderá orientar as sua empresa para o crescimento e evitar tornar-se uma das vítimas de inúmeras empresas que sofrem da “inércia de inovação”.

    Se você fizer uma availação das inovações disruptivas nas últimas décadas você descobrirá que a chave do sucesso para a inovação é impulsionada principalmente por três capacidades críticas: 

    1. A capacidade de antecipar e agir sobre descontinuidades do mercado e sobre as necessidades não atendidas, com um foco especial no modelo de negócios.
    2. A capacidade de articular os esforços de inovação incremental e disruptiva em torno de uma aspiração única e compartilhada.
    3. Uma mentalidade que utiliza as oportunidades de inovação disruptiva para alimentar a estratégia organizacional e – da mesma forma – que utiliza a estratégia organizacional para alimentar a busca de oportunidades de inovação disruptiva.

    As empresas que procuram alcançar a inovação disruptiva devem se perguntar: "Que medidas pró-ativas devem ser tomadas para antecipar, abordar, e até mesmo conduzir uma mudança radical em produtos, serviços ou modelo de negócios?".
    Outra área importante para abordar é que muitas empresas segregam seus esforços de inovação incremental e suas iniciativas para inovação disruptiva. Um problema com essa abordagem é que às vezes pode ser impossível diferenciar uma idéia elementar de uma idéia disruptiva (para mudar o jogo) quando essa idéia está em seus estágios iniciais. Inovações com o poder de romper muitas vezes têm raízes em produtos ou serviços existentes. Sendo assim, por que separá-las? Para garantir que tanto a inovação radical como a inovação incremental sejam atendidas, é preciso atenção às seguintes regras:
    1. Não selecione oportunidades na fase de ideia (inicial). Em vez disso, use as idéias como blocos de construção de oportunidades mais amplas e, uma vez que essas idéias estejam mais elaboradas, avalie o seu total potencial e seu risco.
    2. Crie plataformas de crescimento como uma seqüência de inovações incrementais que se acumulam até chegar a um ponto de disruptura. Novas abordagens precisam ser aprendidas, tecnologias encontradas e licenças obtidas. Todos estes passos podem ser seqüenciados em um caminho de migração, que combina diferentes níveis de inovação e que orienta a organização a sua meta de crescimento.

    sábado, 26 de fevereiro de 2011

    quando parar e quando começar investimentos

    SÃO PAULO – O livro Axiomas de Zurique, de Max Gunther, que trata das táticas usadas pelos banqueiros suíços para obter êxito, traz entre seus ensinamentos aos investidores o “resista à tentação de diversificar”. O argumento usado para isso é que, desta forma, se reduz o risco, porém também a chance de ficar rico.
    Mas quem já começou a investir certamente já ouviu a premissa de que “não é indicado deixar todos os ovos na mesma cesta”. Diante dessas informações, para o pequeno investidor, qual estratégia seguir? De acordo com os especialistas consultados pelo InfoMoney, existe um momento certo de começar e de parar de diversificar os investimentos.
    O começo
    De acordo com o superintendente executivo de investimentos do Santander, Edson Franco, se o investidor é iniciante e tem pouco dinheiro, talvez diversificar pode tornar as opções mais caras. Isso porque, para tíquetes maiores de entrada, as instituições financeiras oferecem taxas melhores. “Talvez não seja recomendada a diversificação até que o patrimônio seja suficiente para que ele consiga negociar”.
    Porém, de acordo com Franco, a premissa da diversificação é sempre válida, à medida que o investidor comece a formar seu patrimônio.
    O educador financeiro Álvaro Modernell concorda dizendo que quem tem pouco dinheiro precisa gastar menos, ganhar mais e poupar mais. “Quando a pessoa tem pouco dinheiro, o custo se torna maior. Então, a diversificação se torna interessante geralmente quando o patrimônio atinge duas ou três vezes a renda que o investidor possui”.
    A estratégia
    Conseguido o patrimônio adequado, que permita a negociação de custos, é preciso analisar de forma correta como diversificar os investimentos, o que, para Franco, depende de três fatores.
    O primeiro deles é o perfil de risco do investidor, que vai levá-lo a determinadas classes de ativos. “O quanto se coloca em produto conservador ou de risco vai depender do perfil do cliente”, disse. O brasileiro ainda está acostumado a investir em operações de alta liquidez, em função da memória inflacionária, mas isso já está se reduzindo”. Confira, abaixo, a sugestão de diversificação dada por Franco:

    Carteira por perfil de investidor
    Conservador: 70% de produtos conservadores; 15% em previdência privada com renda fixa; e 15% em produtos diferentes, que pode ser um fundo de capital protegido (fundo de ação com barreira de queda e de alta). 

    Moderado: 50% de produtos conservadores; 15% na previdência privada, com 20% em renda variável; 25% em produtos diferenciados, que podem ser fundos de capital protegido ou multimercados; e 10% em ações, fundos de ações ou compradas em corretoras.
    Arrojado: 40% de produtos conservadores; 15% em previdência privada, pode ser até 49% em renda variável; 25% em produtos diferenciados; e 20% em ações. 
    Fonte: Edson Franco

    O segundo fator a se analisar, para diversificar, é a necessidade de liquidez. “Todo cliente tem necessidade de dinheiro no curto prazo e no longo prazo, só aí a diversificação traz vantagens”, ponderou. O que se tem de analisar, aqui, é quanto irá para os ativos menos ou mais líquidos, tendo em mente que esses últimos trazem maior retorno.
    Enfim, o terceiro fator a analisar é o planejamento tributário. “Quando o cliente tem parcela do dinheiro no longo prazo, ele pode aproveitar incentivos fiscais em alguns produtos, que geram retornos melhores que aplicações tradicionais”, destacou Franco.
    Mitigar riscos
    Modernell acredita que o importante da diversificação é também mitigar os riscos, que estão presentes em todos os investimentos, até mesmo a tradicional caderneta de poupança, que pode ter uma perda de poder aquisitivo por conta da inflação.
    “Uma boa diversificação deve contemplar ativos de curto, médio e longo prazos, renda fixa e variável, opções conservadoras e arrojadas. A composição e os percentuais devem levar em conta os objetivos da família e o perfil dos investidores”, afirmou ele.
    O educador ponderou ainda que nada disso adianta se também não se diversificar a instituição em que se está aplicando. “Seria como distribuir os ovos em pequenas cestas e colocá-las todas dentro de uma maior. Embora alguns riscos tenham sido diluídos, o risco de concentração continua”. De acordo com ele, quatro partes devem estar presentes na maioria das cestas de investimentos:
    • Reserva de emergência ou oportunidades em ativos de liquidez;
    • Parcela para especulação ou proveitos de curto prazo. “Nesta, as amarguras e tristezas podem ser muito intensas”;
    • Parcela para investimentos de médio e longo prazos, conforme objetivos da família (lazer, imóveis, estudo, negócio próprio);
    • Reservas para a aposentadoria, em planos de previdência, títulos públicos e ações ou fundos de ações.
    O céu é o limite?
    Apesar de a diversificação ser indicada para muitas pessoas, ela tem um limite. Não é apenas ir ganhando dinheiro e colocando em diversas aplicações.
    O limite, de acordo com Franco, está na disposição e no tempo que o investidor tem de fazer o portfólio dele e manter tudo sob controle: “Se é um cliente que tem conhecimento aprofundado e tempo, pode fazer uma diversificação maior. Quanto menos dispor de tempo e dinheiro, deve diversificar de modo a não precisar revisar o balanceamento de ativos o tempo todo, só em casos de mudança de plano ou de cenário”.
    Modernell concorda, dizendo que quanto mais o investidor ganha, mais ele deve ir diversificando. Porém, se está percebendo perda de dinheiro, seja por custos ou por desempenho ruim das modalidades, é melhor acender o sinal amarelo para a diversificação.

    sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

    Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar

    Bogotá, 3 fev (EFE).- Cotações das moedas latino-americanas frente ao dólar:.
    Países Moeda Preços Variação.
    ARGENTINA Peso 4,04 ( 0,00%).
    BOLÍVIA Boliviano 7,04 ( 0,00%).
    BRASIL Real 1,670 (-0,11%).
    COLÔMBIA Peso 1.863,47 (-0,56%).
    COSTA RICA Colón 508,87 (-0,01%).
    CUBA Peso/CUC 1,22 (controlado).
    CHILE Peso 479,90 (+0,22%).
    EL SALVADOR Colón 8,75 ( 0,00%).
    GUATEMALA Quetzal 7,85 ( 0,00%).
    HONDURAS Lempira 19,02 ( 0,00%).
    MÉXICO Novo Peso 12,01 (+0,16%).
    NICARÁGUA Córdoba 21,98 (-0,04%).
    PARAGUAI Guarani 4.650 (+0,21%).
    PERU Sol 2,785 (-0,36%).
    R.DOMINICANA Peso 37,57 ( 0,00%).
    URUGUAI Peso 19,90 ( 0,00%).
    VENEZUELA Bolívar Forte 4,30 (controlado).

    sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

    A inflação no tempo.

    Muitos dizem que o capitalismo está fadado ao fracasso. Pode se fazer algumas coisas contra a inflação, mas não o suficiente para que o capital não se desvalorize. Com isso as pessoas mais cultas buscam manter o valor do seu dinheiro no tempo, investindo em mercados de valores mobiliários ou fixos, muitos vão a traz de Tesouro direto, outros de poupança, outros de CDB, e outros do mais arriscado como o mercado de ações, mas poucos diversificam seus investimentos, e esse pouco tem com certeza garantido que a inflação não irá "comer" o seu dinheiro.
    A parcela que se arrisca em ações, muitas delas perdem dinheiro, e com isso começam a pensar no longo prazo, sem prestar, ou até mesmo, nem olhar para os gráficos, e determinar bons pontos de entrada, ou sem fazer um balanço comercial da empresa, e novamente perdem nesse mercado. Um mercado arriscado como esse não se deve entrar sem muito estudo.
    Para mim, a melhor alternativa de investimento é o Tesouro Direto, onde investimos em dividas do governo, muitas pessoas realizam seus sonhos investindo em Tesouro Direto, mas se quiser multiplicar seu dinheiro mais rápido, deve-se investir em ações com bom estudo.

    É isso que eu penso sobre economia, é isso que eu acho sobre investimentos.

    Investidor não está satisfeito com seu desempenho em 2010

    SÃO PAULO – Que nota você dá para o seu desempenho enquanto investidor em 2010? A pergunta foi respondida por 2.206 usuários do portal InfoMoney, e a maior parte deles (22,44%) atribuiu a nota 0 (zero) ao próprio desempenho em 2010.
    De acordo com a avaliação, apenas 4,58% dos entrevistados atribuíram nota 10 ao desempenho como investidor ao longo do ano passado. Na média, a nota dada pelos investidores foi de 4,07 para a performance no ano.
    Outros números
    Mais de 16% dos investidores classificaram a atuação como mediana, atribuindo nota 5 à pergunta, enquanto que 13% deram nota 4, e 10,79%, nota 6, como mostra a tabela abaixo:
    Que nota você dá para o seu desempenho enquanto investidor em 2010?
    NotaVotos
    022,44%
    12,99%
    27,66%
    34,94%
    413,06%
    516,73%
    610,79%
    79,16%
    85,76%
    91,90%
    104,58%
    Nota média*4,07
    Analistas também erraram
    O principal motivo para classificar o próprio desempenho como ruim (nota zero) tem a ver, claro, com os ganhos – neste caso, perdas - obtidos em aplicações ao longo do ano. Em um ano em que a renda variável não esteve bem e que o papel de melhor investimento do período ficou com o ouro – ainda não muito difundido, principalmente entre os pequenos investidores -, cabe analisar o que foi feito de errado.
    No entanto, não foi só o investidor que errou. Sem projeções esdrúxulas como em 2009, sem previsões de que a bolsa quebraria ou que chegaria a 200 mil pontos, 2010 teve dois erros importantes nos cenários de referência de grande parte dos analistas: expectativas muito baixas em relação à economia e muito altas em relação à bolsa.
    Principais erros
    Os investidores experientes já sabem, mas os iniciantes podem fazer a experiência um aprendizado: as projeções dos analistas não devem ser tratadas como previsões do futuro.
    Além disso, outros erros comuns podem ser evitados, principalmente por quem está começando a investir:
    Erro 1: comprar na alta e vender na baixa
    É preciso ter consciência de que é nos momentos de alta que a Bolsa ganha destaque, aparecendo como uma alternativa vantajosa de investimentos. No entanto, quem já compra caro pode correr riscos maiores de não atingir seus objetivos de rentabilidade.
    Erro 2: razão x emoção
    Investir em bolsa implica ter sangue frio suficiente para ver o preço de suas ações cair e não tomar nenhuma atitude impensada. Momentos de correção são comuns no curto prazo. Por mais difícil que pareça, evite se guiar apenas pela emoção.
    Erro 3: rentabilidade passada não garante ganho futuro
    O investimento em renda variável, como o nome indica, é sujeito a altos e baixos e, portanto, não se pode tentar prever o futuro da Bolsa olhando para os últimos meses. Assim, não importa se uma empresa teve um desempenho brilhante no passado: o desempenho de seus papéis daqui para frente irá depender de como ela irá crescer e dos resultados que apresentará.
    Erro 4: falta de diversificação
    Diversificar seus investimentos, ou seja, evitar colocar todos os ovos na mesma cesta, é um dos conceitos básicos de quem investe. Assim, evite concentrar suas aplicações e minimize seus riscos.
    Fonte: Infomoney

    quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

    pesticidas matam abelhas


    Estudo do Laboratório de Pesquisa sobre Abelhas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica que o desaparecimento do inseto está associado a pesticidas. O trabalho, divulgado pelo jornal britânico Independent , informa que a morte das abelhas contribui para a fome no planeta. Oitenta por cento da produção de alimentos depende do “trabalho” de polinização executado por elas e por outros insetos.

    Mesmo em volume muito baixo, inseticidas, especialmente os neonicotinoides (como o imidacloprida), que imitam propriedades da nicotina, matam abelhas, segundo o trabalho. O laboratório Bayer garante que eles são seguros para abelhas, se aplicados corretamente.

    A pesquisa informa que os neocotinoides contaminam as plantas e o néctar e o pólen usados pelos polinizadores. Segundo os cientistas, o veneno ataca o sistema nervoso dos insetos e as colmeias entram em colapso.

    Segundo o professor do Centro de Estudos de Insetos Sociais da Unesp Osmar Malaspina, a pulverização aérea, principalmente em plantações de laranja, é uma ameaça a abelhas. Pesquisa realizada por ele de 2008 a 2010 em 10 mil colmeias de abelhas africanizadas mortas por pesticidas na região de Rio Claro, em São Paulo, encontrou sinais de neonicotinoides em 800 a mil colmeias.

    Nos Estados Unidos, a destruição de colmeias por pesticidas chegou a 23% de todas as criações entre 2006 e 2007. O estudo A Saúde das Abelhas Melíferas no âmbito dos países da União Europeia reforça a preocupação como desparecimento do inseto. A média anual de baixas nas colmeias chegou a 30%, quando a mortalidade natural é de 10%. O uso dos pesticidas seria o motivo.