Em muitos mercados, a situação econômica atual favorece a inovação disruptiva através do lançamento de produtos ou serviços que oferecem uma nova combinação de recursos com um menor preço. Por exemplo, em vez de desembolsar US$ 2.500 por um laptop de alto desempenho, muitos consumidores e empresas estão adquirindo um iPad por US$ 400 que não possui muitos dos recursos oferecidos nos laptops.
Competir através de Inovação Disruptiva é o nome do jogo no momento em que os clientes estão reavaliando suas antigas concepções de custo e valor. Historicamente, os vencedores que surgem de uma recessão são as empresas que mudam o jogo, e não as que suspendem a inovação. Proteger um negócio somente através de corte dos custos não é suficiente para impedir que empresas inovadoras atraiam clientes através de novas ofertas que criam maior valor. Na verdade, até as pequenas empresas, quando oferecerem a seus clientes mais inovações pelo mesmo preço, podem inclinar o campo a seu favor, independentemente do tamanho dos seus concorrentes.
Agora é o momento para as empresas líderes desafiarem a sua equipe gerencial com duas perguntas: Será que estamos preparados para romper os paradigmas da nossa indústria antes que os nossos concorrentes o façam? Será que a nossa organização sabe como incentivar, gerenciar e sustentar a inovação disruptiva?
A minha experiência sugere que a maioria das empresas não vai ficar muito feliz com suas respostas a estas perguntas. No entanto, se você seguir as melhores práticas de inovadores bem-sucedidos, você poderá orientar as sua empresa para o crescimento e evitar tornar-se uma das vítimas de inúmeras empresas que sofrem da “inércia de inovação”.
Se você fizer uma availação das inovações disruptivas nas últimas décadas você descobrirá que a chave do sucesso para a inovação é impulsionada principalmente por três capacidades críticas:
1. A capacidade de antecipar e agir sobre descontinuidades do mercado e sobre as necessidades não atendidas, com um foco especial no modelo de negócios.
Competir através de Inovação Disruptiva é o nome do jogo no momento em que os clientes estão reavaliando suas antigas concepções de custo e valor. Historicamente, os vencedores que surgem de uma recessão são as empresas que mudam o jogo, e não as que suspendem a inovação. Proteger um negócio somente através de corte dos custos não é suficiente para impedir que empresas inovadoras atraiam clientes através de novas ofertas que criam maior valor. Na verdade, até as pequenas empresas, quando oferecerem a seus clientes mais inovações pelo mesmo preço, podem inclinar o campo a seu favor, independentemente do tamanho dos seus concorrentes.
Agora é o momento para as empresas líderes desafiarem a sua equipe gerencial com duas perguntas: Será que estamos preparados para romper os paradigmas da nossa indústria antes que os nossos concorrentes o façam? Será que a nossa organização sabe como incentivar, gerenciar e sustentar a inovação disruptiva?
A minha experiência sugere que a maioria das empresas não vai ficar muito feliz com suas respostas a estas perguntas. No entanto, se você seguir as melhores práticas de inovadores bem-sucedidos, você poderá orientar as sua empresa para o crescimento e evitar tornar-se uma das vítimas de inúmeras empresas que sofrem da “inércia de inovação”.
Se você fizer uma availação das inovações disruptivas nas últimas décadas você descobrirá que a chave do sucesso para a inovação é impulsionada principalmente por três capacidades críticas:
1. A capacidade de antecipar e agir sobre descontinuidades do mercado e sobre as necessidades não atendidas, com um foco especial no modelo de negócios.
2. A capacidade de articular os esforços de inovação incremental e disruptiva em torno de uma aspiração única e compartilhada.
3. Uma mentalidade que utiliza as oportunidades de inovação disruptiva para alimentar a estratégia organizacional e – da mesma forma – que utiliza a estratégia organizacional para alimentar a busca de oportunidades de inovação disruptiva.
As empresas que procuram alcançar a inovação disruptiva devem se perguntar: "Que medidas pró-ativas devem ser tomadas para antecipar, abordar, e até mesmo conduzir uma mudança radical em produtos, serviços ou modelo de negócios?".
As empresas que procuram alcançar a inovação disruptiva devem se perguntar: "Que medidas pró-ativas devem ser tomadas para antecipar, abordar, e até mesmo conduzir uma mudança radical em produtos, serviços ou modelo de negócios?".
Outra área importante para abordar é que muitas empresas segregam seus esforços de inovação incremental e suas iniciativas para inovação disruptiva. Um problema com essa abordagem é que às vezes pode ser impossível diferenciar uma idéia elementar de uma idéia disruptiva (para mudar o jogo) quando essa idéia está em seus estágios iniciais. Inovações com o poder de romper muitas vezes têm raízes em produtos ou serviços existentes. Sendo assim, por que separá-las? Para garantir que tanto a inovação radical como a inovação incremental sejam atendidas, é preciso atenção às seguintes regras:
1. Não selecione oportunidades na fase de ideia (inicial). Em vez disso, use as idéias como blocos de construção de oportunidades mais amplas e, uma vez que essas idéias estejam mais elaboradas, avalie o seu total potencial e seu risco.
2. Crie plataformas de crescimento como uma seqüência de inovações incrementais que se acumulam até chegar a um ponto de disruptura. Novas abordagens precisam ser aprendidas, tecnologias encontradas e licenças obtidas. Todos estes passos podem ser seqüenciados em um caminho de migração, que combina diferentes níveis de inovação e que orienta a organização a sua meta de crescimento.
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